Por dever de ofício e estar gozando de ótima disposição naquele momento, assisti a entrevista de José Dirceu no programa Roda Viva, da TV Cultura/SP, segunda-feira passada.
Este blog, em abril próximo, completará cinco anos de postagens diárias. Neste período, jamais eu deixei de criticar o ex-presidente petista José Dirceu, a meu ver, responsável maior pela desqualificação orgânica do PT, pelo rechaço à militância ativa, pela hipertrofiada institucionalização partidária, pela política de alianças a qualquer custo, pela natureza exclusivamente cartorial assumida pelo PT, e por outras lacunas e falhas de ordem ideológica e política. José Dirceu, para mim, é um desbundado. Ponto. No entanto, este blog nunca compartilhou da crítica pela direita levada a efeito pelos jornalistas amestrados da mídia de ficção, especialmente aquelas relativas ao denominado "mensalão", causador da saída intempestiva de Dirceu do governo Lula, em 2005.
Isto posto, fico à vontade para dizer que Dirceu esmagou os jornalistas que o entrevistaram no Roda Viva, especialmente Marília Gabriela, Augusto Nunes, Guilherme Fiúza e um gordote de cabelo ye-ye-yê tardio, cujo nome esqueço, por irrelevância.
A estupidez, o primarismo e o despreparo destes jornalistas fizeram - por contraste - uma exaltação à Dirceu. Na presença das hienas midiáticas, Dirceu virou quase um intelectual respeitado, algo que jamais experimentou ser, nem em fantasia. Não foi uma entrevista, foi um interrogatório sem pau-de-arara nem choque elétrico. Augusto Nunes - ex-editor-chefe do jornal Zero Hora - perguntava, respondia e contestava furibundo o que era dito por Dirceu. Um pinga-fogo desrespeitoso e covarde, o tempo inteiro.
Vale a pena assistir a entrevista, dura um pouco mais de 60 minutos, e pode ser acessado aqui.
Do Diário Gauche
Este blog, em abril próximo, completará cinco anos de postagens diárias. Neste período, jamais eu deixei de criticar o ex-presidente petista José Dirceu, a meu ver, responsável maior pela desqualificação orgânica do PT, pelo rechaço à militância ativa, pela hipertrofiada institucionalização partidária, pela política de alianças a qualquer custo, pela natureza exclusivamente cartorial assumida pelo PT, e por outras lacunas e falhas de ordem ideológica e política. José Dirceu, para mim, é um desbundado. Ponto. No entanto, este blog nunca compartilhou da crítica pela direita levada a efeito pelos jornalistas amestrados da mídia de ficção, especialmente aquelas relativas ao denominado "mensalão", causador da saída intempestiva de Dirceu do governo Lula, em 2005.
Isto posto, fico à vontade para dizer que Dirceu esmagou os jornalistas que o entrevistaram no Roda Viva, especialmente Marília Gabriela, Augusto Nunes, Guilherme Fiúza e um gordote de cabelo ye-ye-yê tardio, cujo nome esqueço, por irrelevância.
A estupidez, o primarismo e o despreparo destes jornalistas fizeram - por contraste - uma exaltação à Dirceu. Na presença das hienas midiáticas, Dirceu virou quase um intelectual respeitado, algo que jamais experimentou ser, nem em fantasia. Não foi uma entrevista, foi um interrogatório sem pau-de-arara nem choque elétrico. Augusto Nunes - ex-editor-chefe do jornal Zero Hora - perguntava, respondia e contestava furibundo o que era dito por Dirceu. Um pinga-fogo desrespeitoso e covarde, o tempo inteiro.
Vale a pena assistir a entrevista, dura um pouco mais de 60 minutos, e pode ser acessado aqui.
Do Diário Gauche
