
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. Bertolt Brecht
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Para exercício da paciência diária

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Chuvas, trovoadas e tempo bom
Há menos de dois meses, porém, quem abrisse os jornais ou assistisse ao noticiário da televisão sairia correndo à loja mais próxima para providenciar um estoque de velas.
Em uníssono, era anunciado o fim do mundo.
Leigos e especialistas diziam que a situação era crítica, que, se não chovesse sei lá quanto durante tantos dias, o brasileiro reviveria os dias do glorioso FHC, quando, por absoluta incompetência, a energia elétrica foi racionada.
Não adiantou a presidente Dilma, que já comandou a área no governo Lula, tranquilizar as pessoas, dizer, enfaticamente, que não havia a menor hipótese de o país passar novamente por esse vexame.
Teve gente que aproveitou a fala presidencial para esculhambar ainda mais a presidente.
Hoje, esses indivíduos estão mudinhos, quietinhos, caladinhos, fazendo de conta que nem de longe chegaram a tocar no assunto, que essa história toda de racionamento de energia, de alarmar toda uma população, não é com eles.
No fundo, não passam de uns covardes, aquele tipo de gente que bate no peito, dá uma de machão, mas foge correndo da briga quando o adversário aparece.
Bastou a presidente convocar uma rede nacional de rádio e televisão para pôr os pingos nos is que eles se recolheram às suas tocas.
E só vão sair delas quando inventarem outra coisa qualquer para atrapalhar o governo trabalhista.
É assim a oposição política brasileira - patética.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Resposta de Dilma a um invejoso contumaz

Presidenta da República Federativa do Brasil
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Abaixo a censura no Google: veja as fotos do apagão do robanel
As fotos do acidente do Rodoanel no começo da semana sumiram. O Conversa Afiada procurou essas imagens mas elas não estão mais no Google. Será que elas foram retiradas da web por ordem do Serra?, questionam vários amigos navegantes.
O sumiço já havia sido percebido pelo Azenha, que reproduziu post do blog Cloaca News, o primeiro a noticiar o desaparecimento das fotos.
Veja aqui mais fotos do apagão do Robanel:
Em tempo: antigamente, bastava dar três telefonemas: para o Dr Roberto (Marinho), Seu Frias e para o Ruy Mesquita. (O Robert(o) Civita vinha no bolo. Não precisava perder tempo com um telefonema pra ele.) E a censura funcionava. Assim se fizeram os tucanos de São Paulo. Exemplo: Fernando Henrique pôde ficar 18 anos sem reconhecer o filho . Hoje, hoje a censura tem que ser também 2.0. Se não, não funciona …
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
REPÓRTER DA GLOBO REINVENTA O JORNALISMO

Uma nova modalidade de reporcagem acaba de ser introduzida na imprensa televisiva brasileira, por obra da jornalista cuiabana Delis Ortiz, 46.
Na noite desta quarta-feira, em pleno Jornal Nacional, o mais influente noticioso do país, a "repórter especial" da Rede Globo foi ouvir dos senadores o que seu chefe mandou que ela ouvisse sobre o blecaute da véspera, visto que, segundo ela mesma, "o apagão invadiu a pauta política".
Depois de registrar as "cobranças" do demo José Carlos Aleluia e do tucano Arthur Virgílio, o mais inútil parlamentar brasileiro, Delis interpelou o senador Aloizio Mercadante, à guisa de "contraponto". Antes, porém, que o bigode do petista entrasse em cena, a Sra. Ortiz tascou o seguinte:
- O líder do PT no Senado, senador Aloizio Mercadante, reconheceu que falta investimento e culpou o mau tempo pelo apagão.
Ato contínuo, temos em quadro o próprio Mercadante que, olhando para a lente da verdade, sentencia:
- Não há risco de oferta de energia, ninguém vai ter que fazer racionamento, não vai faltar energia. O Brasil está preparado para crescer com oferta abundante de energia.
Na seqüência, o governador Zé Chirico e o Ministro Tarso Genro completam o relato, e nada de Aloizio Mercadante reconhecer que faltou investimento ou culpar o mau tempo pelo blecaute, como antecipara Delis.
Clique aqui e testemunhe o nascimento de uma nova era no Jornalismo, em que, antes de ouvir o entrevistado, o repórter diz o que o entrevistado vai dizer e o entrevistado não diz o que o entrevistador disse que ele diria.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Cuidado com a palavra “apagão”. Recordar é viver
Segundo o Tribunal de Contas da União, em relatório divulgado este ano, o apagão do Farol de Alexandria durou de 2001 a 2002.
Custou R$ 45 bilhões.
O contribuinte ficou com 60% do prejuízo, porque as contas de luz aumentaram.
O Erário pagou o resto, ou seja, o contribuinte de novo.
O apagão do Farol reduziu pontos do PIB.
Ou seja, provocou desemprego e recessão.
Quem ganhou dinheiro foi o Nizan Guanaes.
O Farol contratou uma campanha de publicidade em que o Nizan dizia : parabéns, você economizou e a crise acabou.
E o Nizan e o Farol devem ter dado boas gargalhadas.
Claro, com o desemprego, a recessão e a conta mais cara, você economizou, não foi, amigo navegante ?
PS: Farol de Alexandria é o FHC (aquele que iluminava a Antiguidade e foi destruído num terremoto)
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Obama mata 50 pessoas
Reuters/Brasil Online
Por Gary Wiepert
BUFFALO, Estados Unidos (Reuters) - Um avião de passageiros caiu na noite de quinta-feira sobre uma casa a 16 quilômetros do aeroporto de Buffalo, no Estado de Nova York, explodindo em chamas e deixando 50 mortos.
O voo operado pela companhia Colgan Air para a Continental Connection ia de Newark (Nova Jersey) para Buffalo, com 44 passageiros e 4 tripulantes a bordo. A Administração Federal de Aviação (FAA) disse que havia uma mistura de chuva e neve na hora do acidente, no subúrbio de Clarence Center.


