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| Prometeu Acorrentado -- Rubens |
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. Bertolt Brecht
domingo, 10 de fevereiro de 2013
O Longo Aniversário do PT
domingo, 27 de maio de 2012
Para que servem os partidos políticos?
Não esqueçamos os partidos ideológicos puros,
isto é, os que não se submetem à atividade eleitoral-parlamentar,
caracterizando-a como secundária. Historicamente isto só se mostrou
possível à medida que tais partidos se mantenham eleitoralmente
insignificantes. Tão logo eles conquistem postos no executivo ou no
legislativo viverão o dilema apontado por Przeworski: da integração à
ordem burguesa que criticam. Manterão a retórica revolucionária, é
verdade. Mas, a prática mostrará o oposto: o apego aos cargos e às
benesses advindas da ocupação do Estado. Os que se recusam
terminantemente em disputar o jogo eleitoral vivem o paradoxo de
representarem a si mesmos. Em geral, transformam-se em seitas
messiânicas que autojustificam a própria existência.Referências
PRZEWORSKI, Adam. Capitalismo e Social-democracia. São Paulo, Companhia das Letras, 1989.
WEBER, Max. Parlamento e governo na Alemanha reordenada: crítica política do funcionalismo e da natureza dos partidos. Petrópolis, Vozes, 1993.
Do blog O SER CARLINO
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
O Biscoito Fino e a Massa: 10 vitórias das forças políticas que apoiam Dilma em 03 de outubro
Da mesma forma em que, na avaliação dos votos marinistas, não cabe tomar as calúnias e os spams pseudo-religiosos como se fossem a identidade da candidatura verde, a avaliação do campo dilmista não pode, não deve, de jeito nenhum, deixar que a decepção pela não decisão em primeiro turno nas presidenciais obscureça um fato indiscutível das eleições à Câmara e ao Senado: a esquerda teve uma grande vitória, talvez seu mais significativo triunfo na história das legislativas da República. Este é, inclusive, um potente argumento em favor de Dilma Rousseff e contra José Serra. O Congresso que acabamos de eleger se alinha esmagadoramente com Dilma; Serra não teria mais que 25% da Câmara na base da sua coalizão. Com toda aquela “paciência” e “poder de negociação” que são típicos seus, imaginem o inferno que viveríamos nas relações do Executivo com as duas casas. Os números são cabais.
1) Câmara: Há três partidos, entre os de alguma importância, que encolheram em mais de 15% na Câmara. Quem são eles? A trinca do antilulismo: o PSDB encolheu 20%, o DEM 34% e o PPS 45,5%. É um tremendo recado das urnas. PTB e PMDB também encolheram, em 13,6% e 11,2%, respectivamente. A esquerda lulista, sem exceções, cresceu: o PT volta a ser a maior bancada da Câmara, com 88 deputados e crescimento de 6%. Seus três aliados preferenciais na esquerda tiveram ótima performance. O PSB saltou de 27 para 34 (+26%), o PDT foi de 24 para 28 (+16,7%) e o PcdoB subiu de 13 para 15 (+15,4%).
O campo dilmista deve saber desses números, tê-los na ponta da língua e usá-los como potente argumento nestes 25 dias: o Congresso que elegemos está alinhado com Dilma, não com Serra. O ex-governador de São Paulo não é conhecido por sua maleabilidade e capacidade negociadora. É eleger Dilma ou tornar um inferno as relações entre o Executivo e Legislativo brasileiros.
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Senado da República
2010 foi o ano em que o PSOL elegeu o mesmo número de senadores que o DEM. O signatário deste blog acredita que as mudanças descritas abaixo, em particular, farão do Senado da República um lugar mais comprometido com a realidade da maioria do povo. Com a exceção do revés parcial em São Paulo, onde as pesquisas indicavam dobradinha lulista, mas só uma senadora do lado governista se elegeu-- e felizmente foi Marta Suplicy--, todas as outras expectativas principais e batalhas chave se resolveram a contento para a esquerda. A eleição da própria Marta, claro, conta como uma das vitórias significativas, dado o contexto e o perigo. É a primeira da minha lista para o Senado, segunda vitória importante, então, das legislativas.
3) Amazonas: Foi a mãe de todas as batalhas no terreno alegórico: o mais estridente, arrogante, histriônico, histérico e parlapatão Senador da República, Arthur “dou surra em Lula” Virgílio, foi a nocaute, obra de mulher, jovem e comunista, Vanessa Grazziotin. Este blog apostou na corrida desde o primeiro momento como seu objeto de desejo. Na época, Vanessa ainda estava dois dígitos atrás. Sempre acreditei nessa mui especial vitória, e o vídeo em que declarei apoio à Senadora Grazziotin contém minhas razões. 
4) Piauí. O Brasil é um lugar mais respirável, tolerante e bonito para se viver sem a figura de Heráclito Fortes no Senado. Perguntem ao Daniel. Ainda por cima, caiu o Mão Santa também. Apostamos na corrente pra trás do Heráclito desde o começo e celebramos esse belo golpe desferido sobre o atraso coronélico. Wellington Dias, do PT, se elegeu, e o outro Senador, Ciro Nogueira (PP), é da base de apoio a Dilma.
5) Ceará. Seria chamado de louco quem dissesse, há uma década, que Tasso Jereissati se candidataria ao Senado, num ano em que há duas vagas em disputa, e não conseguiria se reeleger. As vitórias de Eunício e Pimentel na corrida ao Senado são, talvez, o golpe mais violento sofrido pelo PSDB nestas eleições, junto com o sacode-Iaiá comunista do Amazonas. Talvez não seja ruim para o partido, inclusive, na medida em que pode favorecer o surgimento de lideranças mais propositivas do que Tasso tem sido.
6) Bahia. Duas vagas para o Senado em disputa na Bahia, e o carlismo não levou nenhuma. Esse fato, por si só, também teria sido impensável até pouco tempo atrás. Ocorreu uma baita renovação, com as eleições de Walter Pinheiro (PT) e Lídice da Mata (PSB). Ambas, especialmente ela, já são figuras históricas na cidade de Salvador. Em contraste com a redução (pequena, mas real) da bancada feminina na Câmara, Lídice é parte de uma significativa vitória das mulheres de esquerda nestas eleições para o Senado, e foi parte de um barba-cabelo-bigode na Bahia, que incluiu a reeleição do governador Jaques Wagner em primeiro turno.
7) Paraná. Também aqui o lulismo levou ambas as vagas, e a renovação inclui outra mulher de esquerda: Gleisi Hoffman foi uma grande aposta para o Senado em chapa com Roberto Requião. Ela terminou em primeiro, cheia de moral, e Requião se elegeu em segundo. Hoffman faz do Senado um lugar mais inteligente e receptivo à sociedade. Requião, além de trazer sua perspectiva nacionalista, com certeza não contribuirá para tornar o Senado um lugar mais monótono.
8) Rio Grande do Sul: Um líder histórico dos trabalhadores, Paulo Paim, enfrentou o que parecia, ao princípio, uma briga de foice com três cabeças, mas chegou em primeiro lugar com folga, também cheio de moral. O Senado brasileiro continua tendo um líder negro, continua contando a dignidade de Paulo Paim. Para completar a dobrada, Tarso Genro se elegeu governador no primeiro turno. Os petistas guascas de novo mostraram como se faz a coisa bem feita. O PMDB gaúcho, como o pernambucano, escolheu o antilulismo e sofreu pesada derrota, perdendo a vaga no Senado e não disputando sequer segundo turno contra o PT na briga pelo Piratini.
9) Pernambuco: Pela primeira vez em quarenta anos, Marco Maciel perdeu uma eleição. Desde a época de Telê Santana no comando da seleção, Brasília não terá o esguio líder do DEM como Ministro, Vice-Presidente ou Senador. Em reconhecimento à sua elegância, o blog não tripudiará. Mas considero, sim, a queda de Maciel uma grande vitória para a esquerda e para a democracia em geral. Elegeu-se a dobradinha lulista: Humberto Costa, do PT, redimiu-se de injustiças sofridas com acusações pouco fundamentadas (por denunciar um esquema de faturamento de ambulâncias que ocorreu sob José Serra, em governo tucano) e Armando Monteiro, do PTB, ligado à indústria, e que traz uma visão mais arejada que Maciel. Obrigado pelos serviços prestados, Senador. Mas já era hora. Raul Jungmann, do PPS, passou longe, muito longe de competir por uma vaga.
10) Rio de Janeiro: Elegeu-se Senador um jovem petista, Lindberg Farias, e César Maia ficou fora. Não se conta Crivella como parte de uma bancada de "esquerda", mas ele foi um Senador fiel a Lula, é bem avaliado pelo Transparência Brasil e teve boa atuação legislativa, sem nada que o desabonasse. É uma enorme vitória da esquerda bater César Maia de forma tão categórica, relegando-o a um quarto lugar e negando-lhe qualquer possibilidade de protagonismo como liderança nacional.
São maiúsculas vitórias que devem ser mencionadas, estudadas e trazidas à baila nestes 25 dias de campanha de Dilma Rousseff.
PS: Em especial, saudamos as eleições de Dr. Rosinha, Alessandro Molon e Jô Moraes, endossados pelo blog, respectivamente, em eleições para a Câmara no Paraná, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, assim como a eleição de Raul Pont, também endossado aqui, para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.
PS 2: Basta aparecer uma pessoa que sabe fazer algumas continhas básicas e morre um meme do jornalismo brasileiro.
Do blog O Biscoito fino e a Massa
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
América Latina: esquerda, volver; direita, vai ver...

Eles se foram: e agora, quem representa a direita na América Latina? Partidos conservadores estão à deriva
Evo Morales acaba de dar uma surra na oposição, na Bolívia. Isso nem chega a surpreender. O que surpreende é o fato de as siglas tradicionais da centro-direita boliviana estarem à beira do colapso: o Movimento Nacionalista Revolucionário (MNR), de Víctor Paz Estensoro, e a Ação Democrática Nacionalista (ADN), de Hugo Bánzer, e o MIR (que deu apoio ao governo liberal de Sanchez de Lozada) já tinham entrado em decadência antes de Evo Morales chegar ao poder.
A direita "inventou" uma força opositora a Evo, o "Podemos" - que até recentemente dominava o Senado boliviano.
Pois bem, o "Podemos" também se desintegra. A oposição boliviana não tem partidos, não tem discurso - a não ser afirmar que a popularidade de Evo ameaça a democracia. Que piada. O que ameaça a democracia são os golpes que a direita sempre apoiou.
A direita, na Bolívia, sobrevive na mídia e em movimentos que pregam a secessão, a divisão territorial do país - como em Santa Cruz de la Sierra... Ou seja: a direita se aloja em movimentos regionais, sem força nacional.
Mas o desmanche dos partidos tradicionais não é um fenômeno só da Bolívia.
Na Venezuela, a AD e o COPEI (que dominaram a politica nacional durante a segunda metade do século XX) viraram partidos nanicos.
O PSUV de Chavez é majoritário, em aliança com o Partido Comunista da Venzeuela (que preferiu não se dissolver no partido chavista).
A direita na venezuela precisa "inventar" novas siglas, porque as velhas ruíram quando o neo-liberalismo afundou.
Na Argentina, a UCR (que não é de direita, mas de centro; um partido liberal, com fortes raizes na classe média portenha, e que sob o governo de Alfonsin teve papel fundamental na redemocratização do país pós ditadura) chegou à beira do colapso, depois do governo de De la Rúa (que fugiu do palácio de helicópetero) e quebrou a Argentina.
Os setores mais à direita no peronismo também naufragaram depois que Menem (um peronista que adotou a agenda neo-liberal) acabou com o que restava do Estado argentino.
A direita argentina já "inventou" uma nova sigla: o PRO. É comandado por Macri, uma espécie de Berlusconi local - homem rico, dirigente do Boca Juniors, tenta cooptar o eleitorado de direita nas grandes cidades (especialmente na grande Buenos Aires.
No Uruguai, o último pleito mostrou a decadência do velho Partido Colorado. Rival histórico do Partido Nacional, aceitou apoiar Lacalle (candidato do Partido Nacional) no segundo turno, para evitar a vitória da esquerda. Os dois apanharam juntos, e terão que se reinventar para fazer frente aogoverno de Pepe Mujica, da Frente Ampla.
O Chile talvez seja exceção nesse processo.
No país andino, o centro (desde o fim da ditadura de Pinochet) mantém uma aliança firme com a centro-esquerda do Partido Socialista. A direita, isolada, perdeu todas as eleições, mas não perdeu a direção. Até porque, no Chile, a direita não renega a ditadura de Pinochet. Defende Pinochet, defende o programa liberal (na economia) que ele implantou.
No Chile, a direita é mais "orgânica", e tem chance real de ganhar a próxima eleição - sob o comando de Sebastián Pinera, um milionário local.
E o Brasil?
Aqui, o quadro é mais confuso, mais matizado...
O colapso da economia, nos anos 80, não provocou o enterro das duas velhas legendas: PMDB e PFL. Eles perderam o centro do poder, mas sobreviveram nas beiradas, costurando alianças com tucanos e petistas.
O PMDB mantém-se no poder com Lula. Cada vez mais fragmentado.
Já o velho PFL passa por um processo semelhante ao da direita na Venezuela e na Bolívia. Mudou de nome (DEM) em 2007. Adotou um tom "liberal" no discurso, e preparou-se para ser o partido das classes médias conservadoras e liberais: contra os impostos, contra a corrupção.
Mas a danada da realidade atrapalhou tudo.
O DEM é uma caricatura.
O escândalo dos panetones põe o partido na lista das legendas em extinção. Com a expulsão de Arruda, deve perder o único governo que possuía (do Distrito Federal).
Dos 13 senadores que possui, 8 terão que passar pelo teste das urnas em 2010. Há risco concreto de encolher para uma bancada de 8 ou 9 senadores. E de 30 a 40 deputados.
Os tucanos (ao contrário da direita chilena) parecem envergonhados de defender o legado neo-liberal de FHC. Isso pode custar caro.
O partido viu sua base definhar no Congresso. E só sobrevive com algum destaque porque domina dois Estados importantes: São Paulo e Minas.
Falta identidade à direita brasileira. Falta programa.
No quadro partidário, ninguém cumpre o papel de encampar o discurso da direita. O DEM havia levantado velas, e preparava-se para ocupar essa raia. Mas parece que naufragou antes de chegar a mar aberto.
Não acho isso bom. A direita é uma força política, real, na sociedade brasileira. Se não se sentir representada politicamente, pode aderir a aventuras extra-institucionais (gostaram do eufemismo para golpe?).
O desespero que vemos nos colunistas e comentaristas da mídia corporativa indica o grau de desespero dessa turma. No Brasil, a direita sobrevive na mídia!
A desagregação política da direita na América Latina é um fato. No Brasil, esse fato ganhou uma imagem simbólica a representá-lo: as propinas do DEM.
Uma nova direita deve surgir. Espero que surja como opção política. Não como gangue, nem como aventura fora dos marcos da democracia.
Por Rodrigo Viana do blog Escrevinhador
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Pesquisa mostra Crescimento de Dilma e do PT
do site do PT
Pesquisa do instituto Vox Populi realizada entre os dias 2 e 7 de maio mostra que a ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, já tem entre 19% e 25% de intenção de votos para a Presidência da República, caso seja candidata em 2010.
O levantamento, que ouviu duas mil pessoas em todas as regiões do país, mostra ainda que o PT continua sendo o partido de maior preferência da população. O índice, que era de 25% em maio de 2008, saltou para 29% agora. Em seguida, vêm PMDB, com 8%; e PSDB, com 7%. O DEM, ex-PFL, tem apenas 1%.
Encomendada pelo PT, a pesquisa mostra também um quadro de ampla aprovação popular ao governo Lula. A avaliação positiva do presidente (considerando os índices de ótimo, bom e regular positivo) chega a 87%. Para 60%, o Brasil melhorou nos últimos dois anos, enquanto 67% se dizem satisfeitos ou muito satisfeitos com o país.
O presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini, comemorou os resultados do levantamento.
“A pesquisa mostra um quadro muito positivo, pois o PT ampliou seu percentual de preferência partidária junto à população, com atributos positivos em vários aspectos. Nosso governo está com mais de 80% de aprovação. Isso mostra o acerto da condução partidária e das medidas de enfrentamento à crise mundial”, afirmou.
Berzoini também destacou a subida de Dilma na sondagem eleitoral. "O desempenho da Ministra Dilma é consistente, levando-se em conta que boa parte da população não a conhece e não sabe ainda que Lula e o PT a apóiam. Vamos apresentar um Programa com mais avanços e novas conquistas para as eleições de 2010, para trabalhar a ampla aprovação da maioria da população ao projeto em andamento no país"
Veja abaixo os principais números da pesquisa, que tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais:
BRASIL
67% estão satisfeitos ou muito satisfeitos, igual a maio de 2008
27% estão insatisfeitos; 5% muito insatisfeitos
Para 60%, Brasil melhorou nos últimos anos
Para 14%, piorou
Para 56%, vai melhorar nos próximos 2 anos
Para 13%, vai piorar
PARTIDOS
Preferência
PT tem 29% da preferência partidária; alta de 4 pontos em relação a 2008 e de 10 pontos sobre 2004.
PMDB tem 8%; PSDB tem 7%; e DEM tem 1%
Eleitores sem preferência: 49%, queda de 15 pontos em relação a 2004 (64%)
Rejeição
PT tem 8% de rejeição, estável em relação a 2008
PMDB tem 5%; PSDB tem 5%; e DEM tem 3%
67% não rejeitam nenhum partido, queda de 2 pontos em relação a 2008 (69%)
Imagem
Primeiro partido que vem à cabeça: PT, 35%; PMDB, 24%; PSDB, 14%.
AVALIAÇÃO DO PT
59% têm muita ou alguma simpatia pelo PT, aumento de 12 pontos sobre 2008
81% acham o PT forte ou muito forte, aumento de 5 pontos em relação a 2008
65% consideram positiva a atuação do PT na política, aumento de 5 pontos sobre 2008
Para 70%, o PT ajuda o Brasil a crescer, aumento de 5 pontos sobre 2008
Opiniões sobre o PT
É dinâmico e trabalhador: 75%, contra 69% em 2008
É moderno, com idéias novas: 75%, contra 69% em 2008
Deve ter candidato próprio à Presidência: 68%, contra 67% em 2008
GOVERNO LULA
Desempenho do presidente
Avaliação positiva: 87% (ótimo, bom e regular positivo), contra 84% em 2008
Avaliação negativa: 13% (ruim, péssimo e regular negativo), contra 15% em 2008
Melhores ações do governo
Programas sociais, 36%; política econômica, 19%; Educação, 8%; Habitação, 7%
ELEIÇÕES
Partido do próximo presidente
Para 34%, próximo presidente deve ser do PT
Projeto de país
Para 73%, próximo presidente deve continuar com todas ou com a maioria das atuais políticas, contra 68% em 2008.
23% votam com certeza no candidato apoiado por Lula
41% pode votar, dependendo do candidato
10% não votam
22% não levam isso em consideração
INTENÇÃO DE VOTO PARA PRESIDENTE, 1º turno, estimulada
Cenário 1
Ciro Gomes (PSB), Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Heloísa Helena (Psol)
Ciro, 23%; Dilma, 21%; Aécio, 18%; Heloísa, 10%; Branco/Nulo/NS, 18%
Cenário 2
Ciro Gomes (PSB), Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Heloísa Helena (Psol)
Serra, 36%; Dilma, 19%; Ciro, 17%; Heloísa, 8%; Branco/Nulo/NS, 19%
Comparativo: Em relação a maio de 2008, Dilma subiu 10 pontos; Serra caiu 10 pontos; e Ciro caiu 6 pontos.
Cenário 3
Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Heloísa Helena (Psol)
Dilma, 25%; Aécio, 20%; Heloísa, 16%; Brancos/Nulos/NS, 40%
Cenário 4
Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Heloísa Helena (Psol)
Serra, 43%; Dilma, 22%; Heloísa, 11%; Branco/Nulo/NS, 24%
Cenário 5
Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB)
Serra, 48%; Dilma, 25%; Branco/Nulo/NS, 37%
Rejeição
Heloísa, 17%; Aécio, 13%; Serra, 12%; Dilma, 11%; Ciro, 9%.


