O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. Bertolt Brecht
segunda-feira, 28 de maio de 2012
A resposta de Lula às mentiras de Gilmar Mendes e da Veja
sábado, 29 de outubro de 2011
Protocolos dos Sábios de Sião, aqui, não!
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
A ROTINA GOLPISTA DE UMA IMPRENSA VORAZ
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
O rancor da direita e o colunismo “B” de ZH
Há uns dois meses – na reta final da campanha eleitoral – escrevi neste mesmo espaço um comentário sobre a parcialidade e o mau caratismo do PIG – Partido da Imprensa Golpista -, com destaque especial para a revista Veja, aqui nos pagos reforçada e apoiada pela mídia local, especialmente a ZH. Eles apontaram com toda força suas baterias contra Lula e Dilma. Desesperados ante a derrota eleitoral iminente e a possibilidade de não apenas quatro, mas muito provavelmente de mais oito ou até doze anos de continuidade do PT na presidência, tentaram tudo. Calúnias, dossiês falsos, supostas irregularidades fiscais, não faltou nada. Até uma metáfora de péssimo gosto foi tentada: Veja colocou na sua capa o escudo da República enroscado, ameaçado pelos tentáculos de uma perigosa lula! A democracia sob ameaça!
Pois na paz deste fim de semana natalino, quando ainda ecoam ao longe os ecos dos sinos de Belém, lemos e ouvimos os comentários do PIG sobre os últimos dias e atos da despedida do presidente Lula. Em tempos de conciliação, e apesar de se tratar do presidente mais bem sucedido, popular e querido que este país já teve, em plena despedida, os caras não se controlam. Afinal PIG é PIG, eles trabalham em tempo integral. Não têm o menor pudor de, mais uma vez, mostrar seu ressentimento, sua parcialidade, seu descompromisso com a verdade, seu rancor. É só ligar a tevê (GloboNews, por exemplo), abrir a “Falha de S. Paulo” ou folhear a ZH.
“Ele não é um estadista”, afirma um colunista dominical de ZH, habitué, espécie de editorialista B do jornal, na edição do dia 25. Nele (Lula), “a atração que exerce surge da facilidade com que diz coisas estapafúrdias como se fosse ciência ou verdade.” O colunista, que se intitula jornalista e escritor, compara Lula ao general Figueiredo: os dois se assemelhariam pela dificuldade de controlar o linguajar! Ao fazer essa esdrúxula comparação o colunista confunde “alhos com bugalhos”: ele leu, viu, ouviu, mas não entendeu nada!
Na economia – afirma ele – “o mito Lula não se sustenta em fatos, é repetição de versão triunfalista e de truques numéricos.” Citando sua “guru em economia”, a jornalista Miriam Leitão (ruim, heim?!), apresenta alguns números e dados supostamente negativos do governo Lula. Baixo crescimento do PIB em 2009 – reflexo da crise americana -, desmatamento da Amazônia, que embora reduzido no governo Lula ainda é elevado. E diz que Lula transferiu 30 bilhões/ano para os pobres (bolsa família) e dez vezes mais – 300 bilhões/ano, para ricos via pagamento dos juros da dívida pública. Ele esqueceu de dizer que a dívida pública que originou os elevado pagamento dos juros se multiplicou nos oito anos de FHC, quando tivemos uma taxa SELIC que beirou os 30% ao ano. (hoje ela é de 10,75%!) E arremata criticando os elevadíssimos gastos de propaganda do governo federal, que teriam superado um bilhão de reais em 2010.
Vovó me dizia que pior que uma mentira deslavada é uma meia verdade. Pois vamos responder as meias verdades do editorialista B de ZH. Primeiro: gastar pouco mais de um bilhão por ano em publicidade num orçamento de 900 bilhões, corresponde a 0,12% da despesa total União. Pois saibam que o (des)governo Yeda, que nesses últimos quatro anos administrou um estado falido, só em 2009 gastou mais de 200 milhões em publicidade num orçamento de apenas 18,3 bilhões de receita líquida, correspondendo a 1,1% do orçamento. Vale dizer que, proporcionalmente, Yeda gastou quase dez vezes mais em propaganda do que Lula!
Contrariamente ao que afirmaram o colunista e Miriam Leitão, justamente o forte do governo Lula – além do carisma e da simplicidade de um presidente que sempre se identificou com seu povo -, é justamente a economia. Nos oito anos de seu governo foram criados de 11 milhões de empregos no país (contra menos de 800 mil no igual período de FHC); o salário mínimo subiu de setenta e oito dólares para os atuais 300 dólares, praticamente quadruplicou. As taxas de juros para empréstimos populares consignados se reduziram em dois terços; o volume de crédito familiar subiu de 14% (final do governo FHC), para os atuais 34% do PIB. Além disso, através do PAC foram investidos 500 bilhões de reais, especialmente em infraestrutura. Foram criadas dez novas Universidades Federais e construídas mais de 200 escolas técnicas profissionalizantes. O risco Brasil baixou sensivelmente (de 2.700 pontos com FHC, para 200 com Lula) e foi paga a dívida junto ao FMI, órgão do qual o Brasil é atualmente credor. O dólar caiu de 3,00 para os atuais 1,70 reais. A indústria naval brasileira está sendo reconstruída, a maioria das estradas rodoviárias foram e estão sendo recuperadas. Há, também, vultosos investimentos realizados e programados no sistema ferroviário.
Apesar das aves de mau agouro do PIG, dos editorialistas B, C e D de ZH e de outros pasquins por este Brasil afora, o governo Lula criou bases que tornam possível construir um novo país. Que em 2011 prosseguirá sua a trajetória vitoriosa sob a firme liderança de Dilma Rousseff.
Via RS Urgente
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Governo Lula descentralizou verbas publicitárias
“sem variação significativa da verba aplicada, o número de municípios cobertos pulou de 182 em 2003 para 2.184, em 2009, e o número de meios de comunicação programados subiu de 499 para 7.047, no mesmo período”.
Ao final de dois mandatos, defende o professor de Ciência Política e Comunicação da Universidade de Brasília (UnB), essa mudança de orientação na distribuição das verbas oficiais de publicidade ficará na história como a talvez a principal contribuição do governo Lula no sentido da democratização das comunicações. Além disso, acrescenta, talvez ajude a explicar muito do comportamento da mídia nos últimos anos.
Essa política de regionalização e de descentralização do destino dos recursos publicitários, defende Venício Lima, atende aos melhores princípios da “máxima dispersão da propriedade”, promove a competição no mercado de comunicações, estimula o mercado de trabalho no setor e colabora para o aumento da pluralidade e da diversidade de vozes na democracia brasileira. Nunca é demais lembrar, destaca o professor, que “o Estado tem sido direta ou indiretamente uma das principais e, em muitos casos, a principal fonte de financiamento da mídia privada comercial, seja ela impressa ou eletrônica”.
Do RS Urgente
terça-feira, 9 de novembro de 2010
PIG e direita perdedora: Tirem as suas patas sujas do meu Enem

Pois bem, agora querem anular o ENEM por causa de um erro em 0,04% das provas. Vou repetir o que seria cômico se não fosse trágico para milhões, dentre os quais me incluo: Por causa de 0,04% de provas com erros, querem prejudicar 99,96% dos candidatos.
Mas o que realmente está por trás desta pendenga toda é que a elite brasileira não engoliu mais uma derrota nas urnas. Por isso agora querem vingar-se dos que teimam em enxotá-los do poder. Querem um terceiro turno. Não terão.
O PiG e o Serra odeiam o ENEM por causa dos pobres
Uma desmoralização arrasadora.
É porque 0,04% dos alunos VOLUNTARIAMENTE inscritos na prova talvez venham a refazê-la, por causa de uma troca do cabeçalho de alguns cartões de resposta.
0,04% !
Que horror!
Foram 4,6 milhões estudantes inscritos e talvez 2 mil tenham a possibilidade de refazer a prova.
Ontem, o UOL e a Folhaonline bradaram o dia inteiro contra a “inépcia” do ENEM.
A Folha (**), se entende.
Ano passado, as provas vazaram da gráfica da Folha, que foi devidamente afastada da concorrência deste ano.
O Estadão se acha na obrigação, todo ano, de desmoralizar o ENEM.
Como fez no ano passado, com a divulgação do vazamento.
Por que o Estadão, a Folha (**) e o Serra são contra o ENEM ?
Ano passado, com o vazamento na gráfica da Folha, o Serra, célere, tirou as universidades de São Paulo do ENEM – para acentuar o “fracasso” do Governo Lula.
Qual é o problema deles com o ENEM ?
O Governo Fernando Henrique instituiu o ENEM para copiar o SAT americano: o vestibular único em todo o país, para facilitar o acesso às universidades federais e o deslocamento de estudantes pelo país afora.
O que tem a vantagem de baratear dramaticamente o sistema.
Antes – como em São Paulo, hoje – cada “coronel” faz o seu vestibular e estimula a iniciativa privada – com os serviços do vestibular e os cursinhos o Di Gênio.
De Fernando Henrique para cá, o ENEM cresceu 30 vezes !
30 vezes, amigo navegante.
Saiu de 157 mil inscritos em 98 para 4,6 milhões de hoje.
É sempre assim.
O Bolsa Família da D. Ruth atendia quatro famílias.
O do Lula, que virou “Bolsa Esmola”, segundo Mônica Serra, a grande estadista chileno-paulista, atende 40 milhões.
O que é o ENEM ?
É o passaporte do pobre à universidade pública.
É por isso que a Folha, o Estado e o Serra odeiam o ENEM.
Porque esse negócio de pobre estudar é um problema.
Fica com mania de grandeza, de autonomia.
Pensa que pode mandar no seu destino.
E não acredita mais na fita adesiva do “perito” Molina.
Isso é um perigo.
Pobre é para ficar na senzala.
50 universidades públicas federais aderiram ao ENEM.
Isso significa que 47 mil vagas em universidades federais dependem do resultado do ENEM.
Em 2004, um milhão de estudantes se inscreveu no ENEM.
Aí, o Lula e o Ministro Haddad resolveram estabelecer o ENEM como critério para entrar no ProUni (para a elite branca – e separatista, no caso de São Paulo – não dizer que o ProUni é a “faculdade de pobre burro”).
Sabe o que aconteceu, amigo navegante ?
O ENEM passou de um ano para o outro de um milhão para 2,9 milhões de inscritos.
Quanto pobre !
Para o ano que vem, o ministro Haddad estabeleceu que o ENEM também será critério para receber financiamento do FIES.
Vai ser outro horror !
Mais pobre inscrito no ENEM para pagar a faculdade com financiamento público.
Um horror !
Tudo público.
ENEM, faculdade, financiamento …
“Público” quer dizer “de todos”.
Amigo navegante, sabe qual foi o contingente nacional que mais cresceu entre os inscritos no ENEM ?
Agora é que a elite branca – e separatista, no caso de São Paulo – vai se estrebuchar.
Foi o Nordeste !
Que horror !
Já imaginou, amigo navegante ?
Nordestino pobre com diploma de engenheiro ?
Nordestina pobre com diploma de médica ?
Vai faltar pedreiro.
Empregada doméstica.
Aí é que a elite branca – e separatista, no caso de São Paulo – vai se estrebuchar mesmo.
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Óia – Novas denúncias contra Dilma sacodem o país
Do Milton Ribeiro
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Globo-Folha: a voz do crime no Brasil
O golpe veio em "cadeia nacional", pelo JN, da boca de um criminoso comum, julgado e condenado.
Era receptador de cargas roubadas e lidava com dinheiro falsificado.
Já passou dez meses atrás das grades.
Admite que no passado foi filiado ao PSDB.
Esse bandido virou celebridade na Folha de S. Paulo, que exibe dele uma foto posada, produzida por Letícia Moreira num chiaroscuro ao estilo Van der Goes (foto acima).
No quadro de 19 cm x 24 cm, o ladrão cafajeste virou galã.
No horário jornalístico nobre da TV, foi tratado como demiurgo.
Ganhou cerca de um minuto para desfiar acusações confusas contra Erenice e Dilma.
Ou seja, Folha e Globo se transformaram em canal de locução do crime.
Mesmo assim, provavelmente não serão processados.
Nenhum policial, procurador ou magistrado se levantou, até agora, para questionar a conversão de veículos de comunicação em armas de destruição moral.
O cidadão tampouco pode contar com o Governo Federal e com o PT, sempre tímidos e incapazes de agir contra as gangues midiáticas e seus novos atores, agora recrutados no sistema carcerário.
O episódio da demissão de Erenice Guerra constituiu-se em grave erro estratégico.
Tolerar o avanço da bandidagem midiática pode ser trágico, mesmo que se vença a eleição.
Ou destruímos o golpismo midiático ou o golpismo midiático vai destruir o Brasil.
Do blog Diário Gauche
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
A quem interessa tornar a Carta Capital invisível?
Por Leandro Fortes – Brasília, eu vi
Desde o fim de semana passado, tenho recebido uma dezena de e-mails por dia que, invariavelmente, me perguntam sobre a razão de ninguém repercutir, na chamada “grande imprensa”, a matéria da CartaCapital sobre a monumental quebra de sigilo bancário promovida, em 2001, pela empresa Decidir.com, das sócias Verônica Serra (filha de José Serra, candidato do PSDB à Presidência da República) e Verônica Dantas (irmã de Daniel Dantas, banqueiro condenado por subornar um delegado federal). Juntas, as Verônicas quebraram o sigilo bancário de estimados 60 milhões de correntistas brasileiros graças a um acordo obscuro fechado, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, entre a Decidir.com e o Banco do Brasil, sob os auspícios do Banco Central. Nada foi feito, desde então, para se apurar esse fato gravíssimo, apesar de o então presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), ter oficiado o BC a respeito. Nada, nenhuma providência. Impunidade total.
Temer, atualmente, é candidato da vice na chapa da petista Dilma Rousseff, candidata do mesmo governo que, nos últimos dias, mobilizou o Ministério da Justiça, a Polícia Federal, a Controladoria Geral da União e a Comissão de Ética Pública da Presidência da República para investigar uma outra denúncia, feita contra a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, publicada na revista Veja no mesmíssimo dia em que a Carta trazia a incrível história das Verônicas e a quebra de sigilo bancário de 60 milhões de brasileiros.
Justíssima a preocupação do governo em responder à denúncia da Veja, até porque faz parte da rotina do Planalto fazer isso toda semana, desde 1º de janeiro de 2003. É quase um vício, por assim dizer. Mas por que não se moveu uma palha para se investigar as responsabilidades sobre, provavelmente, a maior quebra de sigilo do mundo ocorrida, vejam vocês, no Brasil de FHC? Que a mídia hegemônica não repercuta o caso é, para nós, da Carta, uma piada velha. Os muitos amigos que tenho em diversos veículos de comunicação Brasil afora me contam, entre constrangidos e divertidos, que é, simplesmente, proibido citar o nome da revista em qualquer um dos noticiários, assim como levantar a possibilidade, nas reuniões de pauta, de se repercutir quaisquer notícias publicadas no semanário do incontrolável Mino Carta. Então, vivemos essa situação surreal em que as matérias da CartaCapital têm enorme repercussão na internet e na blogosfera – onde a velha mídia, por sinal, é tratada como uma entidade golpista –, mas inexistem como notícias repercutíveis, definitivamente (e felizmente) excluídas do roteirinho Veja na sexta, Jornal Nacional no sábado e o resto de domingo a domingo, como se faz agora no caso de Erenice Guerra e a propina de 5 milhões de reais que, desaparecida do noticiário, pela impossibilidade de ser provada, transmutou-se num escândalo tardio de nepotismo.
Enquanto o governo mete-se em mais uma guerra de informações com a Veja e seus veículos co-irmãos, nem uma palha foi mexida para se averiguar a história das Verônicas S. e D., metidas que estão numa cabeludíssima denúncia de quebra de sigilo bancário, justamente quando uma delas, a filha de Serra, posava de vítima de quebra de sigilo fiscal por funcionários da Receita acusados de estar a serviço da campanha de Dilma Rousseff. Nem o Ministério da Justiça, nem a Polícia Federal, nem a CGU, nem Banco Central tomaram qualquer providência a respeito. Nenhum líder governista no Congresso deu as caras para convocar os suspeitos de terem facilitado a vida das Verônicas – os tucanos Pedro Malan e Armínio Fraga, por exemplo. Nada, nada.
Então, quando me perguntam o porquê de não haver repercussão das matérias da CartaCapital na velha mídia, eu respondo com facilidade: é proibido. Ponto final. Agora, se me perguntarem por que o governo, aliás, sistematicamente acusado de ter na Carta um veículo de apoio servil, não fazer nada para apurar a história da quebra de sigilo bancário de 60 milhões de brasileiros, eu digo: não faço a menor idéia.
Talvez fosse melhor vocês mandarem e-mails para o Ministério da Justiça, a Polícia Federal, a CGU e o Banco Central.
Do RS Urgente
O PiG tem saudade do Brindeiro, o engavetador-geral do FHC
O Presidente Lula decidiu que os ministros da Fazenda e da Justiça ofereçaam à opinião pública todas as informações sobre os dois escândalos que o Zé Baixaria e o PiG (*) elegeram para derrubar o Lula e a Dilma, num só Golpe.
Bons eram os tempos do Geraldo Brindeiro, o Engavetador Geral da Republica.
Uma das maiores obras de Brindeiro, no Governo FHC/Serra, foi engavetar a Pasta Rosa, onde se encontrava uma parte da República que, hoje, repousa no HDs, CDs e pendrives que o inclito delegado Protógenes Queiroz encontrou atrás da parede falsa do Daniel Dantas, o passador de bola apanhado no ato de passar bola.
Outra engavetação providencial foi livrar o ex-senador Arthur Virgilio Cardoso da cadeia.
Clique aqui para ler!
Quanto custou a reeleição ?
Com que argumento$ o Daniel Dantas tomou conta dos fundos de pensão para a privatizar os telefones ?
O que o Ricardo Sergio fazia na campanha do Serra e do FHC ?
Por que o André Lara Resende não processa o Nassif ?
Nassif disse – no livro “Cabeças de Planilha”- que o Real foi fixado num valor que beneficiou o André, um dos autores do Real.
Por que o Eduardo Jorge telefonava tanto para o Juiz Lalau ?
Com que dinheiro o FHC comprou uma fazenda em sociedade com o Serjão ?
O salário de Presidente cabe numa fazenda de gado, tão boa que, depois, o Jovelino Mineiro comprou ?
Tudo isso sem esquecer que a ministra Erenice Guerra foi quem tomou a iniciativa de recorrer ao Conselho de Ética para invetsigar seu caso.
(E, não, o Conselho de Ética quem tomou a iniciativa, como o jornal nacional deu a entender.)
Erenice abriu seu sigilo e o do filho.
E vai processar a Veja.
O PiG (*) tem saudade mesmo é do Brindeiro.
Com o Brindeiro não tinha dúvida: ia tudo para debaixo do tapete.
E o PiG ?
O PiG não dizia uma palavra.
No Estadão, uma obscura colonista (**) diz que esse Conselho de Ética não presta para nada.
Será que seu presidente, o Ministro Sepúlveda Pertence, é assim uma nulidade ?
Um pau mandado do Presidente Lula ?
Este ordinário blogueiro faz algumas restrições ao Ministro Pertence, inclusive ao fato de advogar depois que saiu do DTF e se tornar advogado de Gilmar Dantas (***) numa causa que moveu – e perdeu – contra mim.
Clique aqui para ir á aba “Nao me calarao”.
Mas, este ordinário blogueiro não considera que o Ministro Pertence mereca este tratamento desrespeitoso.
A fúria Golpista do PiG e seus colonistas poderia, ao menos, ter bons modos.
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG (*) que combatem na milícia para derrubar o presidente Lula. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.
(***) Clique aqui para ver como um eminente colonista (**) do Globo se referiu a Ele. E aqui para ver como outra eminente colonista (**) da GloboNews e da CBN se refere a Ele.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Imprensa golpista blinda Yeda e quer expor Dilma

A maior prova da desfaçatêz do PIG (Partido da Imprensa Golpista) é o que está acontecendo agora. Enquanto tentam de todo modo atrelar a candidata Dilma Roussef ao episódio da quebra de sigilo fiscal de tucanos (e não há nada que comprove a mais sutil ligação), aqui nos pagos sulinos comprovadamente, militares ligados ao gabinete da governadora espionaram adversários políticos e até crianças. E o que o PIG faz? Se cala, numa afronta a inteligência dos eleitores deste país.
Nem na imprensa local do RS (RBS TV) foi divulgado o nome dos espionados (a maioria do PT, entre eles o candidato Tarso Genro) pelos tucanos ligados a desgovernadora, enquanto que a nível federal é aquele carnaval contra Dilma, que repito, está sendo atacada sem o mínimo fundamento. Felizmente o eleitor já não cai mais neste tipo de farsa e sabe evitar estas armadilhas.
Gravura: KayserO texto abaixo é do RS Urgente:
PT vê rede de espionagem no centro do governo Yeda
A bancada petista solicitará ao presidente da Assembléia Giovani Cherini (PDT) e também ao Colégio de Líderes, que reúne integrantes de todos os partidos representados no parlamento, a adoção de medidas institucionais sobre o caso de espionagem política, entre elas o pedido, junto ao governo estadual, da revelação do nome de quem concedeu o acesso a uma senha master ao sargento. Na coletiva, os deputados petistas destacaram ainda que os membros do governo que apareceram na relação de “investigados” divulgada pelo promotor Amílcar Macedo, não foram investigados da mesma forma que os demais. Segundo as investigações da promotoria, o sargento fazia, pelo menos, dois tipos de investigações: uma para levantar dados sobre a vida do investigado e outra para saber se a pessoa estava sendo investigada por alguém.
Na coletiva, Raul Pont e Stela Farias sustentaram que há fortes indícios de que o esquema de espionagem não é novo e foi arquitetado por integrantes do centro do governo Yeda Crusius. “Tudo leva a crer que a ação do sargento contava o conhecimento do centro de governo e era acobertado por integrantes da Casa Militar”, resumiu a deputada. Raul Pont chamou a atenção para o fato de os acessos às informações dos petistas terem ocorrido em outubro de 2009, durante a CPI da Corrupção. “Não é exagero concluir que as pesquisas tinham objetivos políticos, muito provavelmente de atemorizar parlamentares em pleno exercício de seus mandatos”, disse Pont.
Foto: Kiko Machado
domingo, 5 de setembro de 2010
A direita prepara o golpe fatal, o definitivo
Como será a bala de prata na campanha
Deu no blog do Nassif, uma hipótese bastante plausível:
Ontem, no Sarau, conversei muito com um dos nossos convivas. Para decifrar o enigma, ele seguiu o seguinte roteiro:
1. Há tempos a velha mídia aboliu qualquer escrúpulo, qualquer limite. Então, tem que ser o episódio mais ignóbil possível, aquele campeão, capaz de envergonhar a velha mídia por décadas, mas fazê-la acreditar ser possível virar o jogo. Esse episódio terá que abordar fatos apenas tangenciados até agora, mas que tenham potencial de afetar a opinião pública.
2. Nas pesquisas qualitativas junto ao eleitor médio, tem sobressaído a questão da militância de Dilma Rousseff na guerrilha. Aliás, por coincidência, conversei com a Bibi que me disse, algo escandalizada, que coleguinhas tinham falado que Dilma era "bandida" e "assassina". Aqui em BH, a Sofia, neta do meu primo Oscar, disse que em sua escola - em Curitiba - as coleguinhas repetem a mesma história.
As diversas pesquisas de Ibope e Datafolha devem ter chegado a essa conclusão, de que o grande tema de impacto poderá ser a militância de Dilma na guerrilha. A insistência da Folha com a ficha falsa de Dilma e, agora, com a ficha real, no Supremo Tribunal Militar, é demonstração clara desse seu objetivo.
Assim como a insistência de Serra de atropelar qualquer lógica de marketing, para ficar martelando a suposta falta de limites da campanha de Dilma – em cima de um episódio que não convenceu sequer a Lúcia Hipólito.
Aliás, o ataque perpetrado por Serra contra Lúcia – através do seu blogueiro – é demonstração cabal da importância que ele está dando à versão da falta de limites, mesmo em cima de um episódio que qualquer avaliação comezinha indicaria como esgotado.
A quebra de sigilo é apenas uma peça do jogo, preparando a jogada final.
A partir daí, meu interlocutor passou a imaginar como seria montada a cena.
No dia seguinte, sem horário gratuito não haveria maneiras de explicar a armação em meios de comunicação de massa.
Será um desafio do jornalismo brasileiro saber quem serão os colunistas que endossarão essa ignomínia - se realmente vier a ocorrer -, quem serão aqueles que colocarão seu nome e reputação a serviço desse lixo.
Essa loucura - que, tenho certeza, ocorrerá - será a pá de cal nesse tipo de militância de Serra e de falta de limites da mídia. Marcará a ferro e fogo todos os personagens que se envolverem nessa história.
Incendiará a blogosfera. Todos os jornalistas que participarem desse jogo serão estigmatizados para sempre.
Todas essas possibilidades são meras hipóteses que partem do pressuposto da falta de limites total da velha mídia.
Mas a hipótese fecha plenamente.
Do Diário Gauche
sábado, 4 de setembro de 2010
Ministro do governo Lula e senador do PT tem sigilos violados de dentro governo do PSDB

Na televisão não aparece NADA. Só aparece a filha do "você sabe com quem está falando?"
Os sigilos do ministro da justiça são quebrados (na época Tarso Genro era ministro).
Os sigilos de um senador da república são quebrados.
Sabe porquem?
"O sargento Cesar Rodrigues de Carvalho, que estava lotado no gabinete da governadora Yeda Crusius (PSDB) até a semana passada, foi preso na manhã de hoje em Porto Alegre após uma investigação do Ministério Público Estadual (MPE).
Ou seja, membro do gabinete da governadora do PSDB (uma das principais peças da campanha do José Serra) VIOLOU sigilos de um ministro e de um senador do PT e a notícia é praticamente escondida?
As informações foram para as mãos de quem?
Foram para as mãos da governadora Yeda Crusius?
Foram para as mãos do candidato José Serra?
Quem foi que recebeu estas informações?
Usaram estas informações para o que?
Tudo deve ser investigado. Muito bem investigado.
Pense bem: a Globo e o resto da imprensa conservadora praticamente esconde a quebra de sigilo ocorrida por pessoa de dentro do governo gaucho. E faz este estardalhaço com a filha do Serra.
Porque esta diferença?
Quebrar o sigilo de um ministro e de um senador é MUITO MAIS GRAVE.
A não ser eles considerem que alguns são cidadãos de primeira classe e outros são cidadãos de terceira classe. E que quebrar sigilo de cidadãos de terceira classe não tem problema.
Leia também aqui:
http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2010/09/03/sargento-que-extorquia-contraventores-fazia-dossies-contra-politicos.jhtm
PS: parabéns ao senador Paulo Paim e o ex-ministro Tarso Genro pela conduta equilibrada que estão tendo neste momento.
Do Blog do Chicão
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Diário Gauche: A campanha de desqualificação dos argentinos
Uma aliança perigosa entre PIG, publicitários e anunciantes
Ora é a propaganda indigente de uma cerveja fedida (com gosto de urina de rato, como diria o marinheiro Arthur Gordon Pym), que faz dos argentinos objeto de zombaria. Ora são jornalistas idiotas que alimentam uma rivalidade extracampo, para bem além da mera disputa esportiva, entre o futebol argentino e o futebol brasileiro.
Ontem, na televisão, depois do jogo dos argentinos, escutei um repórter fazer comentários sobre a torcida: para ele, os torcedores "argentinos são fanáticos", os torcedores "brasileiros são alegres e desinibidos". Apenas um exemplo entre tantos outros que poderiam ser citados como ilustração dessa campanha aparentemente ingênua e desimportante.
A eleição de falsos adversários é artifício rasteiro da mediocridade organizada. Seus instrumentos de trabalho são a má consciência, o preconceito, e a divulgação em tom alto das piores suspeitas que o senso comum guarda dos nossos vizinhos. Além de simplificar a identidade cultural de estrangeiros irmãos, como se estes portassem um único e indivisível espírito nacional, e como se este espírito não fosse fatiado por tantas classes sociais quantas o capitalismo pode produzir.
É preciso protestar contra essa campanha que é o prefácio do fascismo. A técnica continuada de desqualificar o outro, o estrangeiro, o que não é igual, é a ante-sala do obscurantismo.
Coisas da vida.
domingo, 30 de maio de 2010
E se fosse a Petrobrás, como agiria o PIG?

1) Por que a mídia "noticia" de uma maneira tão pífia este desastre?
2)Por que não aparecem jornalistas "indignados" com esta situação, como já fizeram em casos semelhantes?
3) E se fosse uma estatal? E se esta estatal estivesse no "3º mundo"? E se esta estatal do "3º mundo" fosse a nossa Petrobrás?
Neste momento não tenho a mínima dúvida de que estaríamos sendo alvos da fúria de milhões de "colonistas" do PIG, bradando aos sete ventos que isto só poderia ter acontecido no Brasil. Cantariam em prosa e verso que por ser estatal, a Petrobrás seria eternamente (ir)responsável pelo descalabro ambiental e pediriam a sua imediata privatização para torná-la "eficiente".
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Obama pediu a Lula, em carta, um acordo com o Irã: e agora, velha imprensa brasileira, o que fazer?
Como ficam as manchetes e os comentários canhestros de nossa velha imprensa anti-nacional?
Nos últimos dias, veículos como "Financial Times" (como se sabe, mantido com dinheiro cubano), "New York Times" (perigoso diário sustentado pelo lulo-petismo) e "Le Monde" (infiltrado pela retórica chavista e pelo esquerdismo de Marco Aurélio Garcia) dedicaram-se a analisar os fatos e a reconhecer: o Brasil saiu maior, muito maior, desse acordo fechado em Teerã.
No caso desses jornais, não se trata de concordar com o Irã, nem de discordar das sanções que podem vir contra aquele país. Mas as três publicações procuram não brigar com os fatos. E os fatos indicam que o Brasil agiu com independência, inteligência, e no melhor interesse da paz. Indicam que o Brasil conquistou a maioridade diplomática.
Isso foi reconhecido pela imprensa internacional.Não por "subserviência a Lula", mas porque é um dado da realidade. Aqui no Brasil, em compensação, comentaristas que babam de raiva e jornais tresloucados de inveja saíram a atacar Lula.
Não reconhecem o óbvio. Preferem o Brasil que tira os sapatos para os EUA.
Jornais brasileiros chegaram a orgamos jornalísticos quando Hillary Clintton atacou Brasil e Turquia.
Agora, revela-se que os EUA incentivaram o Brasil a tentar um acordo. Mais um sinal de que os EUA vivem uma disputa surda de poder: os democratas mais liberais chegaram à Casa Branca, mas os falcões seguem a mandar no Departamento de Estado.
O Terra reproduz a apuração feita pela Reuters:
"O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou em uma carta ao seu colega brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva que o acerto de troca de combustível nuclear com o Irã criaria "confiança" no mundo, segundo trechos do documento enviado há 15 dias, antes do acordo de Teerã.
Reuters teve acesso a trechos da correspondência e comparou alguns de seus pontos com o acordo assinado na última segunda-feira. Nela, Obama retoma os termos do acordo que o Grupo de Viena havia proposto no ano passado, cujos principais elementos constam no acerto entre Brasil, Turquia e Irã. "Do nosso ponto de vista, uma decisão do Irã de enviar 1.200 kg de urânio de baixo enriquecimento para fora do país geraria confiança e diminuiria as tensões regionais por meio da redução do estoque iraniano" de LEU (urânio levemente enriquecido na sigla em inglês), diz Obama, segundo trechos obtidos da carta.
Após o anúncio do acordo, no entanto, os Estados Unidos anunciaram que os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (EUA, Grã-Bretanha, França, China, Rússia) concordaram com um esboço de resolução contendo novas sanções à República Islâmica."
Obama, como se sabe, é um muçulmano esquerdista infiltrado na Casa Branca. Incentivou Lula a fazer o acordo.
Mas os homens bons nos EUA (e na imprensa brasileira) conseguiram barrar esse absurdo.
Vamos agora falar sério: a velha imprensa brasileira já estava desmoralizada - pelo seu moralismo seletivo, pelas mentiras, pela cara-de-pau, pela tentativa de se mostrar "isenta" enquanto atua feito partido conservador.
Só faltava revelar, sem máscaras, seu caráter anti-nacional.
Agora, não falta mais nada.
Do blog Escrevinhador
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Direita brasileira está à beira de um ataque de nervos

Oposição formal se desmoraliza a cada semana
Uma leitura dos jornais de ontem e hoje, já dá para suspeitar do que vem por aí. Choro, ranger de dentes e muita guerra de nervos para desmontar o que parece inevitável: mais uma vitória do lulismo. Melhor dito: mais quatro anos de sereno para a velha direita golpista brasileira.
Lula está conseguindo êxitos sobre êxitos, tanto na política interna, quanto na externa. O acordo de Teerã, costurado ontem, é uma plataforma de lançamento para novas conquistas internacionais para o País, mas especialmente para o ex-metalúrgico, que acaricia o sonho de dirigir a ONU, em 2012.
O presidente Lula obteve um arco de alianças inédito na história brasileira, que vai dos banqueiros, financistas, especuladores, rentistas, passando por parcela do agronegócio de exportação, patronato industrial, classe operária urbana, pequenos agricultores e subproletariado. Fora desse bloco pró-lulismo, heterogêneo e desorganizado, estão os setores de classe média urbana com veleidades estético-culturais formatadas pelas falsas tendências apontadas pela mídia oligárquica - orientada por uma abstrata matriz de mundanidade e consumismo estadunidense.
Sem querer ser economicista, há que se reconhecer o relevante - determinante mesmo - papel da economia no trançado que logra cimentar classes e frações de classes tão desiguais sob a hegemonia política do lulismo tout court (seja lá o que essa novíssima categoria queira significar, tarefa acadêmica para muitas décadas de estudos e investigação científica).
O êxito econômico do País, sob o lulismo, tem garantido a coesão social e a estabilidade administrativa, mesmo que sob intensa luta de classes manifesta no tecido estatal e abafado pelo prestígio do presidente.
A oposição formal está aturdida pelas próprias contradições e rachas na tradicional base de apoio político, ficando o papel de porta-voz político aos meios de comunicação, que fazem o que podem e o que aprenderam desde sempre, quando sentiram-se ameaçados nos seus permanentes privilégios - conspirar contra as instituições e forjar crises falsas para que evoluam para crises reais.
Tarefa inglória e fracassada, até o momento.
Ao PIG, só resta a crise de nervos mesmo.
Do Diário Gauche
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
FHC volta à carga: Oba, Dilma subirá mais alguns pontos e Serra continuará em queda livre













